terça-feira, 22 de janeiro de 2013

A carta que eu não te mandei.


“Hoje não vim falar de poesias soltas. Vim falar de você. Você e eu.
São sentimentos tão puros que tenho aqui.
Perdi as contas de quantas vezes disse que estava apaixonada por você.
E me declaro mais uma vez agora e quantas vezes forem necessárias.
Declaro-me na tentativa de te trazer pro meu lado, na tentativa de me olhar com a mesma paixão que te olho.
Se disser que penso em você todo dia, minto. Porque penso em você a cada respiração.
Se disser que só gosto de você, minto. Porque a paixão me toma por completo.

E penso no seu cabelo... Ah! Seu cabelo que me enlouquece. E você sabe disso.
Sua pele tão macia, seu cheiro que me entorpece.
Digo e repito: “você me vicia”, mas você não me leva a sério.
Digo e repito: “Me liga. Me manda um torpedo. Me puxa o cabelo. Me rouba pra você”, mas, como sempre, não me leva a sério.

E seu jeito quando se aproxima só me faz pensar loucura.
E não paro de pensar que largaria o mundo só pra ter você.”

E hoje redijo aqui nesse cantinho tão protegido e ao mesmo tempo tão solto, esta carta.
Com a simples intenção de um dia você vir e se identificar em cada palavra.

Espero ansiosa, com uma ansiedade de quando se abre uma caixinha de presentes.
Assim espero... que um dia aconteça."


Texto criado por: Srtª. RosA.

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