
"Quando a gente acha que encontrou a peça-chave de nossas vidas...
Quando a gente acha que tudo está bem...
Quando a gente pensa que vai ser feliz para sempre...
Vem a tal da “Liberdade” e bate na nossa porta.
Maldita hora que Meu Amado foi atendê-la!
Ela o conquistou... e o levou de mim, com amor e tudo!
Eu, inocente, estava bem ali na sala esperando ele voltar.
Mas não voltou.
Esperei... liguei para a esperança, ela veio prontamente me atender.
Mas os dias se passaram, ele não voltou.
A esperança de tanto esperar, cansou e foi embora.
Eu fiquei desconsolada.
Olhei ao redor e... Meu Deus!!!
Quantos sonhos me olhavam também desamparados.
Saindo tristes pela porta... um a um...passo a passo.
O relógio anda preguiçoso. [Ele me contou!]
E as horas não passam.
Não sei se é dia, ou noite. [Eu jantei?!]
Não sei nem que dia da semana estamos.
A sexta-feira tem cara de segunda!
Ontem, tava com cara de natal.
E hoje... ela voltou a minha casa desmoronada.
A Liberdade, acompanhada do Meu Amado e da tal Conversinha Fiada.
Foram solidários [pra quê?] me perguntando se eu estava bem.
A esperança até voltou correndo quando soube disso, ficou ali, ouvindo tudo.
Foi quando a Conversinha Fiada abriu a boca!
Disse que Meu Amado e a Liberdade enfim, vão ganhar o mundo.
E torcem para que seja um longo período, a perder de vista.
E em um só instante, o contexto ficou tão confuso, e o ar tão pesado...
Foi quando ouvi um estrondo!
Meu coração... pobre coitado.
Não agüentou. Se despedaçou.
Estilhaços por todo lado.
E os três...se despediram sorrindo,
Nem ouviram barulho,
Nem notaram lágrimas.
A esperança mais uma vez se foi.
Silêncio.
[...]
O cenário se completou."
Texto criado por: Srtª. RosA.
Texto criado por: Srtª. RosA.
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